6 de Julho, Indianapolis.
Não tenho muito a dizer, tirando que Parkway Drive fez um ótimo trabalho destruindo a gente. Vocês nos destruíram em milhares de pedaços, e nós ainda estamos no processo de recuperação. A gente destruiu vocês depois mas isso não importa, porque no final vocês foram os vencedores.
Eu também assisti o BMTH (banda Bring me the Horizon) ganhar do Bouncing Soul (bandas), e depois disso os jogos acabaram. Pela primeira vez eu conheci alguns fãs Brasileiros, (ele está falando da @letyxplum, @lallietand e @gabesimas *--*) e eu posso te garantir que foi uma experiência surreal. Eu nunca imaginei que nossas músicas iriam alcançar lugares tão longes. Eu também estava bem ansioso para chegar em Cleveland...amo aquele lugar, por bons motivos...

8 de Julho, Cleveland.
Então eu acordei, e o dilema sobre o Lebron James (jogador de basquete) sobre aonde ele ia e que time ele iria jogar era motivo de fúria para os americanos, e tava no ESPN e tudo mais. O Lebron James é praticamente o novo Michael Jordan quando o assunto é basquete, e o Cleveland Cavaliers foi o time que criou sua fama, e o levou ao topo. Então ele era mais do que um jogador para ele, ele meio que virou um ícone para todos os fãs e para a cidade – e por isso que tava todo mundo pirando quando ele falou que ia mudar de time.
O que eu curti de Cleveland foi o lugar aonde o show foi, porque dava para ir andando até o centro da cidade – então depois do show, nós fomos andando até o centro para fazer umas comprinhas. O Dan comprou a blusa do time de basquete de Cleveland (Cleveland Cavaliers)... eu já falo mais sobre isso, e depois nós fomos comer e jogar boliche. Por nenhum motivo se quer, nós todos jogamos tão mal que chegou ao ponto de ser meio ridículo, sério. Exceto o Matt Barnes, que fez mais do que 50 pontos pela primeira vez na sua vida... ah se ele tivesse feito isso no torneio. Voltamos para a imprensa, fizemos isso, assistimos o Parkway Drive detonar, cantei com o BMTH e depois voltei para a cidade para comer um burrito.
Mal sabíamos que o Lebron James já tinha anunciado que ele ia sair do Cleveland Cavaliers e ia jogar para o Miami Heat. E por acaso, o Dan tava usando a recém adquirida blusa do Cleveland, que tinha o nome do James atrás. Mandou mal. Eu falo com a maior tranqüilidade que todo mundo queria ver o sangue do LJ, quero dizer, eles tavam muito puto – ainda mais vendo um monte de blusa do time com o nome dele. Um monte de gente chingava o Dan e fazia gestos na rua quando viam a blusa dele, e ele só os ignorava. Tava ficando muito sério para o nosso gosto, então a gente só deu uma relaxada.

9 e 10 de Julho, Toronto e Montreal, Canadá.
Eu realmente amo o Canadá, mas eu odeio passar pela fronteira, é um pé no saco. Eu tava muito animado para tocar em Toronto, porque a última vez que nós tocamos lá no AP Tour, foi um dos melhores show do tour inteiro. E novamente, Toronto não nos desapontou. Nem um pouco. A fila feita para o “signing” (quando as fãs os encontram rapidamente para eles assinarem os CDs e afins) estava estupidamente gigante, e a gente ficou lá por uma hora e meia – mas do mesmo jeito foi bem legal os All American Rejects eram a trilha sonora para a nossa tarde, e o Tyson (cantor do AAR) é hilário no palco.
E ahhhh Montreal, seus francês que falam “canadense”! Com o campo do Warped Tour gigante que fez a gente andar três kilometros para chegar no nosso palco, obrigadão viu! Mas o show foi da hora, mas andar até lá foi tenso! Eu assisti o Set Your Goals arrasarem, e daí durante o nosso show, sem avisar a gente - mas muito bem vindo – o Jordan correu e pegou o microfone e cantou o final do The Consequence. Eu amo aquele cara.
Depois eu e os meus amigos, o Chris V (trabalha com o We the kings), o Travis, e o Dannt (WTK), Max e o nosso amiguinho Henri fomos ao maior casino que eu já vi na minha vida.... no Canadá. Todo mundo tava apostando e celebrando/xingando em francês, foi estranho. Eu tive uma boa noite... mas não sai mais rico de lá.

11 de Julho, Hartford, Connecticut.
Costa leste, costa leste, costa leste! Eu adoro fazer shows na Costa Leste dos Estados Unidos! A gente sempre tem um público decente, e umas pessoas que tão super empolgadas com a banda. Esse foi o caso de Hardford! Nosso amigo John do Glamour Kills (loja de roupa) nos trouxe umas blusas da GK e levou uns caras para tomar umas! Valeu ai John. Eu tenho certeza que a final da Copa do Mundo aconteceu nesse dia... to certo? Bem, eu consegui assisti o jogo quando foi para a prorrogação, e eu não tinha certeza para que time eu estava torcendo. Mas, eu estava bem feliz que a Espanha ganhou, parabéns aos espanhóis! Nesse dia a gente também comemorou o aniversário de um dos meus melhores amigos! Tom Sykes e Oliver Mcpherson! Olha a foto acima para ver a doideira que foi. Muito álcool involvido essa noite. Ônibus de madrugada – péssima idéia.
12 de Julho.
Dia livre – Fomos ao Six Flags
Vou deixar bem resumido para vocês:
- íamos nos brinquedos de graça
- parque aquático
- domino’s pizza
- twilight (cof cof, eclipse) (filme mais engraçado que eu já vi)

13 de Julho, Boston.
Cidade Natal do Four Year Strong. Acho que eu nem preciso comentar que o setlist deles foi animal. De acordo com o nosso engenheiro de som, o Booley, foi tão insano que o povão praticamente deslocou a grade inteira! O nosso show em Boston foi provavelmente o melhor show que a gente já tocou na América, ponto final. Eu não tenho muito para dizer a não ser obrigado, obrigado, obrigado, e obrigado.




















































